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06 agosto 2014

Brevíssima Palavra Sobre o Pastor Local e a Política




Todos sabemos que igreja não é palanque para se fazer campanha a favor de políticos ou legendas partidárias. A igreja não pode indicar candidatos ou mesmo partidos para seus fiéis. Por outro lado há uma responsabilidade pastoral na denúncia quanto às atividades ilegais ou imorais de seus governantes. Essa responsabilidade é demonstrada historicamente através das lições bíblicas acerca das atitudes dos profetas e apóstolos que, por tantas vezes, denunciaram a ilegalidade e imoralidade de seus príncipes e governadores que reinavam sobre o povo. Foi assim com Natã em relação ao pecado de Davi (2 Sm 12), Micaías em relação a Josafá e ao rei de Israel (1 Rs 22), Isaías condenando as leis injustas (Is 10.1); Habacuque que condenava a opressão e corrupção (Ha 01.01-04); bem como os apóstolos João, Paulo e Pedro faziam contra o império Romano; e muitos outros exemplos que podem ser vistos na Bíblia Sagrada.
Dessa forma, é de se surpreender quando membros das igrejas ignoram as denúncias que seus pastores tem feito quanto às injustiças sociais, morais e espirituais atuais, preferindo ainda escolher candidatos que são claramente contrários ao que a palavra de Deus prescreve. Lembremos que quando Jetro se encontrou com seu genro, Moisés, o aconselhou sobre as qualidades dos homens que deveriam agir como juízes para o povo de Israel:
"E tu dentre o povo procura homens capazes, tementes a Deus, homens de verdade que odeiem a avareza" (Êxodo 18:21)
 É bom salientar que as boas qualidades são: capacidade, temor a Deus, verdadeiros e odiosos da avareza.
É claro que quando nos deparamos com nossa realidade hoje, não encontraremos entre os candidatos alguém que se encaixe nessas qualidades ditas por Jetro. Porém, para o bem de nosso povo, devemos encontrar aqueles que mais se aproximam desses ideais, ou que estão mais distantes da incapacidade, do ateísmo, da mentira e da avareza.
O sábio de Provérbios escreveu: "Quando os justos governam, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme" (Pv 29:02)
Oremos para que nosso próximo governante seja motivo de orgulho e alegria para o povo e que aqueles que fazem o povo gemer e sofrer, sejam afastados da governança.

Rev. Marcos M. Hostins

08 agosto 2011

Para Que Ser Salvo?

Nesta carta, Paulo tem o objetivo de ser bem prático com relação à administração da igreja. No início ele ensina a Tito de como devem ser feitas as escolhas para os oficiais na igreja (1.5-9), e de como cada pessoa da igreja deve se portar na sociedade (2.1-10). E ele fala que esse portar santo no meio dessa sociedade, ocorre porque somos educados pelo evangelho a agir dessa forma (2.11-15). 
Então aqui, no cap. 3, Paulo demonstra o porque somos educados dessa forma. Primeiramente, porque a salvação veio a nós de forma misericordiosa e benigna, nos lavando – pela ação do Espírito Santo – de toda imundícia de pecado. Ou seja, devemos viver de uma forma diferente nesse mundo, porque já deixamos de agir conforme o pecado. Portanto, nessa linha de pensamento, Paulo nos próximos versículos continua demonstrando as conseqüências dessa salvação em nós (v. 7-11). 
Para que fomos salvos?

Fomos Salvos Para Sermos Filhos (v. 7) 
A idéia de Paulo, é de que estávamos todos afundados na pior situação possível em nossas vidas antes da conversão (v. 3). Todos estávamos completamente envolvidos pela imundícia pecaminosa, como no meio de uma fossa de esgoto. Mas Deus nos tirou dali, nos deu vida através da lavagem regeneradora e renovadora. Mas para que? 
O que Paulo agora quer continuar dizendo, é que Deus faz as coisas com objetivos específicos. Ele não nos tirou do esgoto pecaminoso apenas para que ficássemos mais bonitos e cheirosos. Não! Ele nos tirou dali, e nos lavou para que fôssemos tornados seus filhos. Deus nos tirou do meio da podridão pecaminosa para nos dar uma filiação. É isso que ele está falando no v. 7: “a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros...”. 
É interessante que a maioria das pessoas no mundo tem uma frase bem característica: “Deus é Pai, não padrasto”; ou “Deus é pai de todos”. Os crentes por outro lado sabem que a situação é contrária: todos são criaturas de Deus, mas não seus filhos enquanto não forem salvos. Ou seja: enquanto estávamos no mundo, todos éramos tidos como filhos do diabo, por causa do pecado que dominava nosso ser. Jesus deixou isso claro aos fariseus da sua época (Jo 8.44). E é justamente isso que esse versículo vem afirmar: O homem não salvo não é filho de Deus, mas apenas uma criatura. 
Aqui em nosso texto, portanto, Paulo vem demonstrar como recebemos o poder de sermos chamados filhos de Deus, como já havia dito o apóstolo João. Ou seja, nós nos tornamos filhos de Deus quando fomos lavados pela ação do Espírito Santo e, assim, justificados pela graça de Deus. Quando Deus nos salvou do poço de podridão do pecado onde nascemos, Sua intenção não era apenas nos limpar, mas também nos adotar. 
Somos adotados por Deus para assim termos, legalmente, direito à Sua herança. Essa doutrina da adoção é altamente enfatizada na teologia paulina. E assim, Paulo tem simplesmente a clara intenção de nos ensinar que o homem sem Cristo não possui nenhum relacionamento com Deus, enquanto aquele que foi salvo da imundícia do pecado, é agora Seu filho. 
É interessante porque até aqui os crentes têm uma noção errada da nossa adoção. Há muitos que pensam que nós que “adotamos a Deus”. Ou seja, quando eu me converto que consigo o direito de ser adotado pelo Pai. Como se fosse o filho que escolhesse o Pai. Mas tanto na vida prática, quanto na teologia bíblica, temos de ter a consciência que é sempre o pai que adota o filho. Quando um casal vai a uma instituição de adoção, não é o filho que escolhe se quer ser adotado; ao contrário, é o casal que resolve quem quer adotar. Mas vejamos novamente o texto de Jo 1.12,13: “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus”. 
Você, meu irmão, foi escolhido e, assim, salvo para ser filho de Deus. Não foi salvo apenas para freqüentar uma igreja, ou apenas para não ir para o inferno. Sua salvação tem um objetivo, é se tornar filho de Deus e, assim, ter comunhão familiar com o Pai. Paulo re-enfatiza essa ação do Espírito Santo em nossa vida, quando escreve aos Romanos da seguinte forma: “pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes outra vez atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção baseados no qual clamamos: Aba, pai. O próprio Espírito testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, com ele seremos glorificados” (Rm 8.14-17). 
Da mesma forma, então Paulo afirma esse caráter de nossa filiação em Deus. Quando nos tornamos filhos, também ganhamos o direito à herança divina. E que herança é essa? Uma eternidade de convivência e comunhão ao lado de nosso Pai. Essa é a “esperança da vida eterna” (v. 7b). 

Fomos Salvos Para Realizarmos Boas Obras (v. 8-11) 
Conforme já foi dito, a nossa salvação também não tem apenas o objetivo de nos livrar do inferno ou de nos colocar no banco da igreja. Nós fomos salvos para sermos filhos de Deus e, a partir daí, vivermos de acordo com essa nova realidade. Paulo aqui faz uma exortação aos crentes acerca desse ensino. Ele diz: “Fiel é esta palavra...”; ou seja, ela não pode ser ignorada, ou deixada de lado sem ser analisada. Mas que palavra? A palavra acerca da conseqüência da salvação que foi realizada em nós. 
Paulo continua falando que, diante desse ensino acerca da nossa salvação nós devemos tomar uma postura diferente nesse mundo. Se quando nós vivíamos na fossa do pecado nós praticávamos as atitudes de acordo com a nossa realidade pecaminosa (v. 3); agora, porém, após termos sidos lavados, regenerados e adotados por Deus, devemos viver de acordo com essa nova posição. 
Afinal ser filho significa levar o nome do pai, significa levar o nome da família. E assim, se algum filho desonra o seu sobrenome, toda a família se vê envergonhada disso ([Símbolo] o caso do pai que foi pegar o filho na prisão). Por isso Paulo fala que os que têm crido em Deus devem ser solícitos na prática das boas obras. Todos os crentes que foram regenerados, salvos, purificados de seus pecados, limpos pela ação do Espírito Santo, devem ser prestativos quanto a benignidade e misericórdia. 
É isso o que Paulo quer dizer. Se fomos salvos somente pela bondade, misericórdia e graça de Deus agindo a nosso favor; agora, como filhos, devemos agir da mesma forma neste mundo: com misericórdia, graça e benignidade. Nós estamos levando o nome de Deus em nosso corpo, para revelar em todas as nossas atitudes a que família nós participamos. Sempre que Deus dizia ao seu povo no Antigo Testamento “sede santos porque eu, o Senhor, sou santo”, estava justamente querendo afirmar isso: Ser povo de Deus significa viver conforme os mesmos atributos que Deus manifestou a nosso favor. 
Dessa forma, nós encontramos várias vezes Deus repreendendo seu povo porque eles estavam tratando mal o estrangeiro; e nós, hoje em dia, continuamos a praticar os mesmos erros do povo no Antigo Testamento. Acabamos criando um tipo de “soberba evangélica” que nos faz distanciar das pessoas que mais necessitam de nossa aproximação. 
Quando nós mais precisávamos de Deus, Ele se aproximou de nós – sem ter motivo nenhum para fazer isso. Nós estávamos encharcados de imundícia e Ele, em santidade, nos lavou. E nós hoje temos tido medo, ou até mesmo um tipo de “nojo” de aproximarmos das pessoas que ainda estão enlameadas pelo pecado. O que Deus tem pedido de nós, é que sejamos – como Ele foi para conosco – zelosos na prática de boas obras. 
Além disso, que saibamos evitar atitudes que em nada nos edificam (v. 9-11). Primeiramente, discussões teológicas inúteis (v. 9). Infelizmente muitas igrejas se vêem divididas simplesmente por debates sem utilidade. Discute-se até se anjos possuem ou não sexo, e o que Deus estava fazendo antes da criação do mundo ([Símbolo] Calvino: o inferno”). Em segundo lugar, devemos evitar as pessoas que vivem para criar divisão (v. 10,11). A Igreja é chamada à comunhão com Deus e uns com os outros. Se alguém, em vez de gerar comunhão tem gerado confusão e partidarismo, esta pessoa está pecando contra Deus e contra a igreja. Na verdade, esta pessoa está agindo como se ainda não tivesse sido lavada (v. 1-3). Nossa salvação deve visar essas coisas, irmãos: a realização de boas obras, e a rejeição das más atitudes.

10 abril 2010

DIA DA MENTIRA ? AQUI NÃO!!!

“Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”
(Ef 4.25)

  Os brasileiros comemoraram no dia 1º de Abril a famosa “brincadeira” chamada de Dia da Mentira. Apesar de que na ética do senso comum, toda mentira é vista com maus olhos; nesse dia, dizem, toda mentira é permitida para enganar de forma divertida as pessoas.
Mas, o que a Palavra de Deus diz a respeito da permissividade da mentira ao cristão? Sendo usada como brincadeira, Deus se importa?
Antes de respondermos diretamente a essa pergunta, vejamos algumas considerações:
Primeiramente, a Bíblia declara que a mentira tem como seu pai o diabo e, assim, os mentirosos são seus filhos (Jo 8.44). No mesmo sentido, a mentira seria uma característica dos últimos dias, uma estratégia do anticristo (2Tss 4.9-11) através dos quais alguns negariam a fé (1Tm 4.2).
Em segundo lugar, e em oposição à atitude satânica, a Bíblia nos declara que Deus é o Deus da verdade e que, portanto, não pode mentir (1 Sm 15.29). Por isso mesmo, Ele abomina a mentira e não permitirá sua entrada no Seu reino eternal (Ap 21.27;22.15). Jesus é a verdade (Jo 14.6) e o Espírito Santo, é a unção verdadeira de Deus que nos alerta contra a mentira (1 Jo 2.27).
E por esses motivos, Deus exorta a seus filhos, que possuem a sua semente, a viverem a verdade e jamais praticarem a mentira (nem por brincadeira). Enquanto a mentira escraviza, a verdade liberta (Jo 8.32-34).
Rev. Marcos Maurício Hostins

03 abril 2010

ADOREMOS O CORDEIRO MORTO

“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Ao décimo dia deste mês tomará cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.” (Ex 12.3)

Ao chegarmos ao período da Páscoa, muitas coisas permeiam nossa cabeça: festas, chocolates, diversão para a criançada e etc.
Porém nestes últimos dias tenho pensado mais a respeito do que foi a primeira páscoa. Aquela Páscoa proclamada por Deus a Moisés para o povo de Israel que estava cativo no Egito, servindo como escravos e fazendo tijolos para faraó.
Naquele momento Deus anuncia que cada família, deveria imolar um cordeiro sem defeito, aspergindo seu sangue na ombreira das portas, e comendo de forma apressada. Assim, gostaria de observar rapidamente alguns pontos:
1º) A idéia do cordeiro morto em favor da família, demonstra que o plano eterno de Deus é justamente salvar um povo familiar; ou seja, a Bíblia nos diz que a partir do momento da salvação deixamos de ser simples criaturas, para nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1.12);
2º) A qualidade do cordeiro que deveria ser morto, deveria ser máxima; ou seja, perfeito e sem defeito. Dessa forma, Deus demonstra que nenhum homem ou criatura, está capacitado a ser salvo pelas próprias forças ou obras, pois todos os homens e a própria criação foram contaminados pelo pecado (Rm 8.20-23). Por isso, somente Jesus que nasceu, viveu e morreu sem pecado poderia ser nosso substituto. O Cordeiro pascal perfeito morreu para salvar o homem corrompido pelo pecado;
3º) Na refeição pascal apressada, Deus ensinava ao seu povo que eles deveriam sair correndo do cativeiro hostil. Da mesma forma, Ele deseja que nós entendamos que há uma certa pressa quanto à nossa santificação. Não podemos nos alimentar do Cordeiro que nos salva, desejando ainda viver em meio ao pecado.
Nós hoje sabemos que esse cordeiro morto era um símbolo de uma realidade que ainda estaria para se cumprir na pessoa do Messias, Jesus Cristo. Portanto, nos conscientizemos que fazemos parte de um Corpo, que foi salvo pelo único homem perfeito, para que fôssemos santificados urgentemente.

Rev. Marcos Maurício Hostins

18 março 2010

PINÓQUIO VAI AO CÉU?


A fábula do Pinóquio nos conta a história de um boneco de madeira que deseja ser menino de verdade. Entretanto, parece que seu objetivo se torna cada vez mais distante, quando ele se mete em várias situações e apuros em que seu caráter é testado.
Em uma dessas situações, Pinóquio é desafiado a falar a verdade, e assim reconhecer seu erro, ou mentir para evitar a responsabilidade de suas escolhas. Pinóquio escolhe a mentira. O problema é que ao mentir, seu nariz de madeira vai se encompridando, revelando dessa forma sua culpa não somente pelo mal-feito, como também sua decisão pelo engano. E assim, ele vai mentindo e a si mesmo se acusando, mentindo e se culpando, mentindo até lhe brotar nas extremidades extensos galhos como de árvore, onde passarinhos podem fazer seus ninhos.
Assim também é a humanidade. Somos pessoas que diariamente decidimos pela mentira e engano para fugirmos de nossas responsabilidades ou mesmo de coisas banais. Mentimos para evitarmos atender um telefonema, mentimos para não irmos a um compromisso, mentimos pelo prazer de enganar alguém e, muitas vezes, ainda criamos justificativas para nossas mentiras.
E é dessa forma que o ser humano vai acrescentando culpa sobre culpa. Mentimos e nos culpamos, mentimos e, assim, vamos nos acusando... Nesse rumo diário homens e mulheres, jovens, velhos e crianças vão se fazendo condenáveis diante de Deus. E tal como basta um homicídio para que alguém se torne um assassino, também, da mesma forma, basta uma mentira para que todos sejamos considerados mentirosos.
Deus nos alerta que “os mentirosos não entrarão no reino dos céus” (Apocalipse 21.8). Jesus disse que o pai da mentira é o diabo (João 8.44), e, assim, os que a praticam são, portanto, seus filhos. O apóstolo João também diz que todo que ama e pratica a mentira não herdará a promessa de Deus (Apocalipse 22.15).
Então, o que fazer? Como podemos nos livrar desse julgamento e condenação? Jesus então nos responde; “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32). Somente pela verdade do evangelho de Jesus somos livres do pecado da mentira e, consequentemente, da condenação divina. E que verdade é essa? “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).
Conheça a Verdade. Conheça a Jesus. Se você deseja entrar no Reino dos Céus, creia que é Deus que tem colocado esse desejo em seu coração. Tenha em Jesus a garantia da eternidade: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão.” (João 10.27,28).

Rev. Marcos M. Hostins

12 março 2010

COMO VOCÊ VÊ A JESUS?

“Ora, os judeus o procuravam na festa, e perguntavam: Onde está ele? E era grande a murmuração a respeito dele entre as multidões. Diziam alguns: Ele é bom. Mas outros diziam: não, antes engana o povo.” (Jo 07.11,12)


Vivemos num país que possui como religião comum da maioria da população, o cristianismo. Porém, mesmo dentro desse universo cristão, é possível encontrarmos várias concepções a respeito da sua figura central: o Senhor Jesus Cristo. Assim, a pergunta central é: como você vê Jesus?
O texto acima nos mostra três visões a respeito de Cristo ainda existentes hoje. Primeira, a visão perdida: “Onde está ele?” (v. 11). Muitas pessoas já ouviram falar de Jesus, mas continuam perguntando onde Ele está! Não O conseguem ver, se aproximar, nem se relacionar com Ele. Têm-no apenas como um personagem histórico falecido há quase 2 mil anos e que se dizia o Messias. É nesse Jesus que você acredita?
A segunda é a visão limitada: “Ele é bom” (v. 12a). Nessa visão, as pessoas conseguem até observar e conhecer fatos sobre Jesus, mas suas conclusões a respeito dele são limitadas para apenas uma qualidade moral. “Ele é bom”. É nesse Jesus que você acredita?
A terceira é a visão obscurecida: “não, antes engana o povo” (v. 12b). Os portadores dessa deficiência visual são atingidos pelo laço diabólico que, conforme diz o apóstolo Paulo, é quem: “cega os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” (2 Co 4.4).Esses não o somente o vêem de forma errada, como ainda o maldizem.
Enfim, não podemos ter uma visão errônea a respeito da pessoa de Cristo. Não basta ouvir falar dele, mas sim vê-lo como é (Jó 42.5). Quem O conhece apenas da “porta pra fora”, jamais entrará no Seu Reino (Lc 13.25). Quem diz trabalhar para Ele, sem se relacionar com Ele verdadeiramente, perde seu tempo (Mt 7.22,23).
Então, “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...” (Os 3.6); pois Ele “não está longe de cada um de nós” (At 17.27).


Rev. Marcos M. Hostins

05 março 2010

A UNIÃO DO POVO DE DEUS

“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos.” (Ef 4.4-6)


Uma das coisas que mais deixa muitas pessoas inquietas é: “como o povo evangélico, sendo tão numeroso, são também tão divididos”. E não somente em termos de denominações ou doutrinas, mas, até mesmo, divididos em termos de amor, pois lutam uns contra os outros como que disputando um “comércio religioso”.
Creio que, se desejamos um avivamento verdadeiro em meio à Igreja e, consequentemente, uma evangelização mais efetiva e eficiente, temos de iniciar através de um pedido de perdão entre as igrejas-irmãs por qualquer desagravo ou pecado cometido ente elas.
Este momento somente será possível através da consciência que todos nós fazemos parte de um só corpo (o Corpo de Cristo  cf. 1 Co 12.27; Ef 4.12), e uma só família (a família de Deus  cf. Ef 2.19), e que isto é a realização e operação do Espírito Santo de Deus (Ef 4.4).
Da mesma forma, temos como fé comum entre nós, o fato de que servirmos a um único Senhor  Jesus Cristo - e que nEle somos batizados (inseridos) no Seu Corpo (a Igreja invisível).
Semelhantemente, também reconhecemos que adoramos ao único Deus e Pai de todos os crentes. E este nosso Pai não nos trata com acepção; ao contrário, Ele está sobre todos nós, agindo em prol de todos nós e por meio de todos nós.
Conclui-se, portanto, que a Trindade, não nos vê como várias igrejas ou várias ramificações de Seu Reino; mas como um único povo, eleito e salvo mediante a graça soberana.
Dessa forma, não há lugar no meio da Igreja de Cristo para rixas, rivalidades ou competitividade. Vislumbramos apenas o crescimento do Reino de Deus em nossas cidades, sempre dando graças ao Senhor pelas vidas que estarão sendo salvas, não importando em que igreja evangélica essas vidas estejam freqüentando.
Por isso, precisamos trabalhar no sentido de divulgar o evangelho de Cristo em nossa cidade e bairro, tendo por certo que a época da colheita da salvação já chegou (Jo 4.35).
Rev. Marcos M. Hostins
 

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