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11 setembro 2009

Aproveita As Madrugadas


“Eu, porém, Senhor, clamo a ti; de madrugada a minha oração chega à tua presença.”
(Sl 88.13)


Se tu acordares no meio da noite, presenciando silêncio profundo, quando “a cidade dorme e a ambição humana descansa sob cobertores...” não te deixes dominar pelas ondas do sono ou da preguiça (Pv 6.9,10). Sei que não é fácil, pois é maravilhoso dormir, especialmente nas horas caladas. E nessas noites de inverno, então...

Contudo, reage! Pode ser o Senhor te chamando para falar na intimidade (Sl 25.14). É a situação mais estratégica, mais apropriada. Após Ter dormido por algum tempo, tua mente está leve, isenta de qualquer poluição e a tua alma, mais receptiva. Abre a PALAVRA DE DEUS. A leitura, assim como a oração, em voz audível para ti mesmo, tem três vantagens: a) evita intersecção de pensamentos (concentra); b) estabelece um diálogo mais íntimo com o Pai; c) afugenta o inimigo, que Não é onisciente, mas ouve tudo que se fala.

Ora, neste século as pessoas parecem autômatos. A roda-viva da agonia existencial quer levar de arrastão as criaturas que, na enorme luta pró-sobrevivência, nem param para pensar e nem buscam se encontrar.

Felizes os que já experimentaram a conversão e, através do Mediador Eterno, podem se comunicar com Deus. “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscares de todo o coração” (Jr 29.13). Estás aflito? As esperanças humanas falharam? Então leia Mt 7.7,8: “pedi e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á. Porque aquele que pede recebe, o que busca, encontra e ao que bate, se abre”. Lembra-te que temos à disposição o maior manancial de poder. Se és fiel ao Senhor, ainda podes contar com Ele. A oração é a chave do sucesso, da realização e da paz.
Muita oração, muito poder. Pouca oração, pouco poder. Nenhuma oração, nenhum poder. Experimenta, pois, buscar ao Senhor no silêncio da noite.

Procuremos conhecer ao Senhor!


EXTRAÍDO

Clamando pelo Brasil


“...e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se desviar dos seus maus caminhos, então eu ouvirei do céu, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.”(2º Cr 07.14)


Normalmente agradecemos a Deus por vivermos num país sem guerras, desastres naturais ou mesmo sem graves conflitos civis e perseguições religiosas, que podem acabar por nos levar à imaginação que nossa situação é muito confortável e cômoda.
Porém, Deus falou a Jeremias que a aparência da paz pode ser perigosa ou até mesmo ilusória: “Também se ocupam em curar superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz.” (Jr 6.14).
Assim, o que precisamos aprender, é que a visão de Deus quanto a realidade espiritual de uma nação, não se mede com relação à ausência ou existência de conflitos e perseguições; mas, sim, com relação à sua espiritualidade. E nesse sentido, deveríamos lamentar profundamente a realidade em que se encontra o nosso amado Brasil.
Primeiramente porque apesar de ser um país que se denomina cristão, não encontramos nenhum resquício da verdadeira cristandade, ou mesmo dos princípios básicos do cristianismo, como o amor, benignidade, bondade, misericórdia, verdade, incorruptibilidade, etc.
Em nosso amado país o que governa é o espírito desse mundo com suas influências carnais e diabólicas (2 Co 4.3,4). Para comprovar isso, basta uma breve análise dos noticiários e jornais que diariamente nos informam sobre corrupções, assassinatos, abandonos de crianças, e as mais diversas e piores imoralidades existentes – inclusive o adultério espiritual.
Dessa forma, o que precisamos fazer como o povo que se chama pelo nome de Deus, é orar, clamar, intercedermos, confessarmos os nossos pecados e de nossa nação; a fim de que o nosso Deus – que é o único verdadeiro – tenha misericórdia de nós, atenda o nosso clamor e sare a nossa terra
E que assim, sejamos purificados pelo poder do Espírito Santo, e que aqui – a começar por nós – inicie um grande avivamento em nosso país, para a glória de Deus!

Rev. Marcos M. Hostins

10 setembro 2009

Salmos 12: (parte 2)

(Antes de ler essa mensagem, veja postagem anterior)
II) Atitude de Esperança (v. 3,4)
Se ficarmos somente na atitude de reconhecimento, é perigoso chegarmos a um estado de depressão. Pois veríamos tantos problemas e assombros que nos faria desistir de viver. Por isso a esperança é necessária.
E como faz Davi, não há melhor depósito de esperança que a colocada no Senhor. Temos de esperar que Deus irá julgar através de sua santidade e justiça, todo o mal. Davi, no v. 3, coloca a língua mentirosa e a língua soberba como os alvos que ele espera que Deus elimine.
Um dos grandes males de nossa época é realmente a língua mentirosa. Enquanto algumas pessoas acham que através da mentira se pode resolver alguns problemas, elas mesmas se enganam deixando de perceber que a mentira atrai cada vez mais problemas. Quantos problemas não são atraídos pelas mentiras inventadas. Até guerras já existiram por causa de mentiras inventadas. Certa vez Jesus falou que “o diabo é o pai da mentira” (Jo 8.44). Por isso a esperança do homem de Deus está em Deus acabar com isso.
Mas além disso, há também a língua soberba, e ela se expressa conforme o v. 4. O grande problema da língua soberba é que ela acha que não deve prestar conta a ninguém. São pessoas que se acham auto-suficientes e não dão conta de seus atos a ninguém a não ser a si mesmas.
Quantos problemas advêm de pessoas assim! Pessoas orgulhosas e tão cheias de si mesmas que se acham livres para fazer de suas vidas e até mesmo da vida dos outros, o que bem lhe entender. Especificamente neste texto, vemos que estas línguas soberbas se gabam até mesmo de suas realizações através de suas línguas enganosas! São pessoas que se acham o máximo por terem conseguido as coisas através dos enganos de suas línguas.
Precisamos de uma atitude de esperança para que Deus elimine este mal de sobre a face da terra. A soberba e a falsidade já se tornaram tão comuns em certos lares, que algumas pessoas já não conseguem viver sem elas. Só nos resta a esperança!

III) Atitude de Certeza (v. 5-8)
O grande consolo de Davi é que sua esperança não ficaria frustrada. Diante de uma realidade tão cruel, amarga e terrível e de uma esperança de uma única solução, o melhor consolo vem da certeza da ação de Deus.
O v. 5 nos mostra essa certeza vinda do próprio Deus: “eu me levantarei e porei a salvo a quem por isso suspira”. Como Davi já estava suspirando por justiça e por restauração, essa palavra do Senhor lhe trazem um alívio certo.
Isso se firma pelo próprio fato da fidelidade de Deus e da pureza de suas palavras. Se as palavras dos homens são falsas, enganosas e fraudulentas; as palavras do Senhor, ao contrário, são puras (v. 6). Se as palavras dos homens nos trazem dúvidas quanto as suas intenções, as palavras de Deus nos trazem alívio, pois são refúgio certeiro.
Por isso Davi pode expressar no v. 7 toda essa certeza: "Guarda-nos, ó Senhor; desta geração defende-nos para sempre.".

09 setembro 2009

Salmos 12: Senhor, Salva-me Desse Mundo ! (1ª-Parte)

Davi, neste momento, via-se rodeado por pessoas totalmente acostumadas com o pecado. Pessoas que nem mais tinham a consciência do que era errado e pecaminoso. Ele via-se num mundo tão conturbado pela mentira, soberba e engano que parecia não ter mais consciência no mundo. Parecia não haver pessoas justas vivendo.

Portanto, vejamos três atitudes que devemos ter em meio a um mundo conturbado:


I) Atitude de Reconhecimento (v. 1,2)

A primeira atitude de Davi, foi de reconhecer o meio em que estava vivendo. Ele olha para o lado e vê que a realidade em que está vivendo está totalmente corrompida, contrária àquilo para o qual Deus criou. Por isso seu primeiro sussurro é um pedido de socorro. Ele exclama: “Socorro, Senhor!”, porque não há outro lugar a se pedir auxílio.
Só em Deus pode-se achar o socorro necessário pois, como diz o próprio Davi, “não há homens piedosos”. Em outras versões encontramos “homens misericordiosos”. Mas tanto numa versão como na outra a expressão de Davi angustiada é a simples falta de pessoas que se preocupem em fazer o bem. São tantas injustiças sendo ocorridas que parece não haver pessoas de bom senso no meio de tanta corrupção. É por isso que ele exclama que o fiel desaparece entre os filhos dos homens (v. 1b).
Isso é o que ocorre no mundo em que vivemos. Ao olharmos para cada lado de nossa existência vemos somente aquilo que nos desagrada. Assistir jornal hoje em dia é esperar assistir somente notícias que nos trazem angústia. Vemos fatos sobre corrupção, fome, guerras, especulação, violência e tanta tristeza, que isso traz aos nossos lares somente as mesmas coisas que assistimos. Não somente nos jornais, mas em qualquer outro programa que passe, seja novela, filmes ou programas de auditório, o que faz audiência é cada vez mais violência.
Hoje o mundo vive à beira da “mídia do desespero”. É teste de paternalidade que traz audiência, é cena de violência para se vender tênis ou mesmo salgadinho. Até desenhos animados que fazem o gosto da garotada, são aqueles que trazem a morte dos inimigos.
A realidade, portanto, é que a piedade e misericórdia não trazem mais efeitos sobre as pessoas como traz a violência e outras perturbações. Davi estava vivendo isso na sua realidade. Ele estava tendo a atitude de reconhecimento do mundo em que estava vivendo.
O v. 2 mostra mais um pouco disso, falando sobre os “lábios bajuladores, e coração fingido”. Pessoas que se fingiam ser amigas para alcançar vantagens ou favores. Quantas vezes não vivemos esse tipo de realidade de “corações fingidos”? Não somente das outras pessoas em relação a nós, mas também de nossa realidade para com o outro.
O grande fato é que para que haja uma mudança de realidade, é preciso uma atitude de reconhecimento do meio em que estamos vivendo.
(continua no próximo...)

08 setembro 2009

Salmos 38: "Sara-me Senhor !"

O título original desse salmo é “De Davi, para memória”. Davi compôs este Salmo como um memorial para si mesmo, bem como outros, para que não se esquecesse facilmente o castigo pelo qual Deus o afligira. Ele bem sabia quão fácil e rapidamente os castigos com os quais Deus nos visita fogem da nossa mente. E dessa forma, somos também admoestados ao fato de que é um exercício muitíssimo proveitoso lembrar freqüentemente à memória os castigos com que Deus nos aflige em decorrência de nossos pecados.
Uma das coisas que devemos observar ao lermos uma poesia bíblica para interpretá-la, e que ela se difere de nossa atual modelo poético. Enquanto as nossas poesias freqüentemente são escritas pela rima sonora (cor-flor; amor-calor; etc.), na poesia hebraica, a rima ocorre pelo sinônimo (ex. v. 1: repreender-castigar; ira-furor).
É um fato curioso que quando Galileu foi sentenciado ao confinamento na masmorra da Inquisição, por um período indeterminado, por ter defendido o sistema Copérnico, foi obrigado a repetir como penitência os sete “salmos penitenciais” (6,32,38,51,102,130,143), a cada semana, por três anos; pelo que, a intenção indubitável era arrancar dele a confissão de culpa e o reconhecimento da retidão de sua sentença. Isso porque os “salmos penitenciais” têm essa intenção; ou seja, o reconhecimento do pecado e a procura do perdão.

O que fazer diante de uma situação terrível:



I) Reconhecer Nossa Situação (v. 1-8)


Em primeiro momento, o que podemos perceber é que Davi sabia que o sofrimento pelo qual estava passando, era conseqüência do pecado que havia cometido. Não sabemos exatamente se este Salmo refere-se ao evento do pecado com Bate-Seba, ao pecado do censo que realizou ou algum outro. Mas Davi sabia que o que ele estava sofrendo naquele momento era devido ao pecado que havia cometido. Isso não significa dizer que todo sofrimento necessariamente seja ocasionado por um pecado cometido. Mas este, aqui, é o caso de Davi.
A) Assim, é interessante porque Davi não começa pedindo a Deus que o livre do sofrimento, mas apenas que Deus modere a severidade de sua disciplina (v. 1). Isso é um fato importante, irmãos, porque normalmente o que desejamos é justamente o inverso de Davi. Queremos ser livres das aflições justas dos pecados que cometemos. Se nos fosse dada a opção, gostaríamos que nos fosse dada a permissão de pecar impunemente.
Porém Davi, queria colocar um freio nos seus desejos, através da consciência dos castigos de Deus pelo pecado. Davi tinha por certo que os castigos de Deus eram um forte instrumento de educação para sua vida. É o que o autor de Hebreus, bem mais tarde, também vai expressar ao dizer: “Pois nossos pais por pouco tempo nos corrigiam como bem lhes parecia, mas Deus nos disciplina para aproveitamento, para sermos participantes da sua santidade. Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ele têm sido exercitados” (Hb 12.10,11).É claro que Davi não gostava de ser castigado por Deus, porém apenas implorava que a aflição do castigo não fosse além do que poderia suportar.
B) Então Davi começa a dizer o que o pecado estava fazendo em si. Primeiramente, ele estava sentindo o próprio castigo de Deus (v. 2) como se fossem flechas atingindo seu corpo. Davi sentia-se esmagado pelas cargas do sentimento de culpa. Infelizmente o que anda acontecendo hoje com os crentes é justamente o contrário. Os crentes andam pecando por atacado sem nenhum sentimento de tristeza ou arrependimento. Não conseguem sentir que Deus os está desaprovando em seus erros. Não há consciência!
Em segundo lugar, Davi podia dizer que sua alma estava enferma (v. 3-8). E tamanho era esse sentimento de enfermidade, que chegava a atribuir essas dores da alma até mesmo à sua carne. O pecado o fazia andar encurvado e abatido (v. 6), aflito e quebrantado (v. 8). Isso tudo é apenas uma ilustração para observarmos o quanto o pecado afetava o coração de Davi.
Por causa disso tudo, Davi sentia-se solitário (v. 11). Aqui Davi queria dizer que seus amigos e parentes em nada serviam de ajuda, porque ao sentir o afastamento de Deus, nenhum homem o poderia consolar. Enfim, Davi sabia que era pecador, mas que não devia continuar pecando. E o que o faria lembrar dessa regra, seria a memória da conseqüência que o pecado traz à sua vida. Por isso ele compôs esse salmo “em memória”.
Se nós também utilizássemos essa metodologia de Davi, para lembrar o que o pecado faz conosco, com certeza pecaríamos bem menos!



II) Reconhecer Nossa Salvação (v. 9-22)


Se Davi sabia qual era a conseqüência do pecado em sua vida – trazendo apenas enfermidade na alma – ele também sabia qual era o seu remédio. Ele já demonstrou nesses versículos anteriores que não adiantava combater o pecado com suas próprias forças, pois o próprio pecado lhe estava sugando as energias e infeccionando sua alma. Assim, ele não poderia fazer nada por si mesmo. Mas Deus, sim!
A) No v. 9, Davi começa a demonstrar que reconhece, tal como reconhecia a origem de sua enfermidade de alma; ele também reconhece onde deve por sua confiança. Aqui, ele coloca diante de Deus sua esperança. Aqui Davi declara que deposita em Deus a certeza de que Ele o está ouvindo e conhece todas as suas tribulações e necessidades. Davi tinha a certeza de que Deus não apenas o estava afligindo com castigo, mas que também estava passando pelos castigos junto dele. ( ilustr. O pai que coloca o filho em castigo num quarto escuro, e que fica junto dele).
B) no v. 13-15, Davi continua dizendo que coloca diante de Deus sua incapacidade. Davi aqui notifica que se vira tão oprimido pelos falsos e ímpios juízos de seus inimigos (v. 12), que nem mesmo lhe fora permitido abrir a boca em sua defesa. Além do que, ele alega diante de Deus sua própria paciência, como que para induzir a Deus a uma mais pronta compaixão em seu favor. Davi sabia que não podia murmurar pelo sofrimento a que estava passando porque este era justo. Então se colocava totalmente confiante diante de Deus, para ser restaurado (v. 15), pois espera no Senhor e no Seu atendimento.
C) Se no v. 11, Davi havia reclamado o problema da solidão causado pelo pecado, agora no v. 21, Davi coloca diante de Deus a necessidade de companhia.
D) Enfim, depois que Davi reconhece todos os malefícios que o pecado causa á sua vida, dando-lhe, inclusive, total incapacidade de restaurar-se por si mesmo, no v. 22, Davi coloca diante de Deus sua total dependência.
Para quem está enfermo, a saúde é prioridade. Davi se sentia enfermo pelo pecado, e sua prioridade era o socorro de Deus.

 

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