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21 janeiro 2010

A CULPA É DE QUEM ?

Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me da árvore, e eu comi.” (Gn 03.12)


No Seminário tive um professor que disse certa vez: “Eu não tenho justificativas para a minha negligência na vida espiritual”. Isso é algo que devemos nos conscientizar para não cairmos no mesmo erro de Adão.
Uma das coisas que chama a atenção no relato da Queda (Gn 3) é a atitude de Adão e Eva quando confrontados diante de Deus. Iniciando por Adão, Deus questiona sua atitude, ao que o homem culpa a mulher pelo pecado. Essa por sua vez, quando tenta se justificar, culpa a serpente. Esta última nem mesmo tem a oportunidade de continuar o círculo de transmissão de culpa do pecado, visto que já é diretamente julgada e sentenciada por Deus.
O que gostaria de frisar neste momento, é o costumeiro hábito que temos em imitar Adão em sua primeira justificativa de pecado. Ou seja, o velho hábito em justificar seus próprios erros culpando os outros. Adão ensinou isso a seus descendentes. Se não de forma direta, indiretamente através de seu mau exemplo. Esse é um dos legados do pecado que Adão deixou à humanidade.
Entretanto, Cristo, o segundo Adão, veio destruir as obras do diabo (1 Jo 3.8). NEle, deixamos de ser escravos dos legados pecaminosos de Adão e passamos a ser novas criaturas (2 Co 5.17). E por causa disso, devemos nos revestir de novas atitudes (Ef 4.17-32). Uma dessas novas atitudes é o reconhecimento de nossos próprios erros, o que produz arrependimento, contrição e confissão.
Dessa forma, é inconcebível que pessoas que pertençam à nova criação em Cristo, continuem agindo como se pertencessem ainda à velha criação de Adão. É inaceitável que crentes em Cristo, queiram justificar seus próprios erros, apontando outras pessoas que estão a seu redor. Como diria Paulo, os que assim agem, são como imaturos, ou crianças na fé (1 Co 3.1).
Davi deve nos ser um exemplo de servo de Deus, maduro o suficiente para reconhecer seu pecado, não tentando desviar o julgamento apontando para outros. Quando este pecou com Bate-Seba, e foi confrontado pelo profeta Natã, apenas disse em oração: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares.” (Sl 51.4)
Objetivando, pois, alcançar a maturidade em Cristo, nos esforcemos a evitar os velhos pecados de Adão, revestindo-nos com as novas atitudes do Espírito Santo. Deus se alegra em ver nos seus filhos, um coração humilde, capaz de reconhecer os próprios erros.

Rev. Marcos M. Hostins
 

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