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10 abril 2010

DIA DA MENTIRA ? AQUI NÃO!!!

“Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros.”
(Ef 4.25)

  Os brasileiros comemoraram no dia 1º de Abril a famosa “brincadeira” chamada de Dia da Mentira. Apesar de que na ética do senso comum, toda mentira é vista com maus olhos; nesse dia, dizem, toda mentira é permitida para enganar de forma divertida as pessoas.
Mas, o que a Palavra de Deus diz a respeito da permissividade da mentira ao cristão? Sendo usada como brincadeira, Deus se importa?
Antes de respondermos diretamente a essa pergunta, vejamos algumas considerações:
Primeiramente, a Bíblia declara que a mentira tem como seu pai o diabo e, assim, os mentirosos são seus filhos (Jo 8.44). No mesmo sentido, a mentira seria uma característica dos últimos dias, uma estratégia do anticristo (2Tss 4.9-11) através dos quais alguns negariam a fé (1Tm 4.2).
Em segundo lugar, e em oposição à atitude satânica, a Bíblia nos declara que Deus é o Deus da verdade e que, portanto, não pode mentir (1 Sm 15.29). Por isso mesmo, Ele abomina a mentira e não permitirá sua entrada no Seu reino eternal (Ap 21.27;22.15). Jesus é a verdade (Jo 14.6) e o Espírito Santo, é a unção verdadeira de Deus que nos alerta contra a mentira (1 Jo 2.27).
E por esses motivos, Deus exorta a seus filhos, que possuem a sua semente, a viverem a verdade e jamais praticarem a mentira (nem por brincadeira). Enquanto a mentira escraviza, a verdade liberta (Jo 8.32-34).
Rev. Marcos Maurício Hostins

03 abril 2010

ADOREMOS O CORDEIRO MORTO

“Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: Ao décimo dia deste mês tomará cada um para si um cordeiro, segundo as casas dos pais, um cordeiro para cada família.” (Ex 12.3)

Ao chegarmos ao período da Páscoa, muitas coisas permeiam nossa cabeça: festas, chocolates, diversão para a criançada e etc.
Porém nestes últimos dias tenho pensado mais a respeito do que foi a primeira páscoa. Aquela Páscoa proclamada por Deus a Moisés para o povo de Israel que estava cativo no Egito, servindo como escravos e fazendo tijolos para faraó.
Naquele momento Deus anuncia que cada família, deveria imolar um cordeiro sem defeito, aspergindo seu sangue na ombreira das portas, e comendo de forma apressada. Assim, gostaria de observar rapidamente alguns pontos:
1º) A idéia do cordeiro morto em favor da família, demonstra que o plano eterno de Deus é justamente salvar um povo familiar; ou seja, a Bíblia nos diz que a partir do momento da salvação deixamos de ser simples criaturas, para nos tornarmos filhos de Deus (Jo 1.12);
2º) A qualidade do cordeiro que deveria ser morto, deveria ser máxima; ou seja, perfeito e sem defeito. Dessa forma, Deus demonstra que nenhum homem ou criatura, está capacitado a ser salvo pelas próprias forças ou obras, pois todos os homens e a própria criação foram contaminados pelo pecado (Rm 8.20-23). Por isso, somente Jesus que nasceu, viveu e morreu sem pecado poderia ser nosso substituto. O Cordeiro pascal perfeito morreu para salvar o homem corrompido pelo pecado;
3º) Na refeição pascal apressada, Deus ensinava ao seu povo que eles deveriam sair correndo do cativeiro hostil. Da mesma forma, Ele deseja que nós entendamos que há uma certa pressa quanto à nossa santificação. Não podemos nos alimentar do Cordeiro que nos salva, desejando ainda viver em meio ao pecado.
Nós hoje sabemos que esse cordeiro morto era um símbolo de uma realidade que ainda estaria para se cumprir na pessoa do Messias, Jesus Cristo. Portanto, nos conscientizemos que fazemos parte de um Corpo, que foi salvo pelo único homem perfeito, para que fôssemos santificados urgentemente.

Rev. Marcos Maurício Hostins

18 março 2010

PINÓQUIO VAI AO CÉU?


A fábula do Pinóquio nos conta a história de um boneco de madeira que deseja ser menino de verdade. Entretanto, parece que seu objetivo se torna cada vez mais distante, quando ele se mete em várias situações e apuros em que seu caráter é testado.
Em uma dessas situações, Pinóquio é desafiado a falar a verdade, e assim reconhecer seu erro, ou mentir para evitar a responsabilidade de suas escolhas. Pinóquio escolhe a mentira. O problema é que ao mentir, seu nariz de madeira vai se encompridando, revelando dessa forma sua culpa não somente pelo mal-feito, como também sua decisão pelo engano. E assim, ele vai mentindo e a si mesmo se acusando, mentindo e se culpando, mentindo até lhe brotar nas extremidades extensos galhos como de árvore, onde passarinhos podem fazer seus ninhos.
Assim também é a humanidade. Somos pessoas que diariamente decidimos pela mentira e engano para fugirmos de nossas responsabilidades ou mesmo de coisas banais. Mentimos para evitarmos atender um telefonema, mentimos para não irmos a um compromisso, mentimos pelo prazer de enganar alguém e, muitas vezes, ainda criamos justificativas para nossas mentiras.
E é dessa forma que o ser humano vai acrescentando culpa sobre culpa. Mentimos e nos culpamos, mentimos e, assim, vamos nos acusando... Nesse rumo diário homens e mulheres, jovens, velhos e crianças vão se fazendo condenáveis diante de Deus. E tal como basta um homicídio para que alguém se torne um assassino, também, da mesma forma, basta uma mentira para que todos sejamos considerados mentirosos.
Deus nos alerta que “os mentirosos não entrarão no reino dos céus” (Apocalipse 21.8). Jesus disse que o pai da mentira é o diabo (João 8.44), e, assim, os que a praticam são, portanto, seus filhos. O apóstolo João também diz que todo que ama e pratica a mentira não herdará a promessa de Deus (Apocalipse 22.15).
Então, o que fazer? Como podemos nos livrar desse julgamento e condenação? Jesus então nos responde; “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8.32). Somente pela verdade do evangelho de Jesus somos livres do pecado da mentira e, consequentemente, da condenação divina. E que verdade é essa? “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).
Conheça a Verdade. Conheça a Jesus. Se você deseja entrar no Reino dos Céus, creia que é Deus que tem colocado esse desejo em seu coração. Tenha em Jesus a garantia da eternidade: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem; eu lhes dou a vida eterna, e jamais perecerão; e ninguém as arrebatará da minha mão.” (João 10.27,28).

Rev. Marcos M. Hostins

12 março 2010

COMO VOCÊ VÊ A JESUS?

“Ora, os judeus o procuravam na festa, e perguntavam: Onde está ele? E era grande a murmuração a respeito dele entre as multidões. Diziam alguns: Ele é bom. Mas outros diziam: não, antes engana o povo.” (Jo 07.11,12)


Vivemos num país que possui como religião comum da maioria da população, o cristianismo. Porém, mesmo dentro desse universo cristão, é possível encontrarmos várias concepções a respeito da sua figura central: o Senhor Jesus Cristo. Assim, a pergunta central é: como você vê Jesus?
O texto acima nos mostra três visões a respeito de Cristo ainda existentes hoje. Primeira, a visão perdida: “Onde está ele?” (v. 11). Muitas pessoas já ouviram falar de Jesus, mas continuam perguntando onde Ele está! Não O conseguem ver, se aproximar, nem se relacionar com Ele. Têm-no apenas como um personagem histórico falecido há quase 2 mil anos e que se dizia o Messias. É nesse Jesus que você acredita?
A segunda é a visão limitada: “Ele é bom” (v. 12a). Nessa visão, as pessoas conseguem até observar e conhecer fatos sobre Jesus, mas suas conclusões a respeito dele são limitadas para apenas uma qualidade moral. “Ele é bom”. É nesse Jesus que você acredita?
A terceira é a visão obscurecida: “não, antes engana o povo” (v. 12b). Os portadores dessa deficiência visual são atingidos pelo laço diabólico que, conforme diz o apóstolo Paulo, é quem: “cega os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.” (2 Co 4.4).Esses não o somente o vêem de forma errada, como ainda o maldizem.
Enfim, não podemos ter uma visão errônea a respeito da pessoa de Cristo. Não basta ouvir falar dele, mas sim vê-lo como é (Jó 42.5). Quem O conhece apenas da “porta pra fora”, jamais entrará no Seu Reino (Lc 13.25). Quem diz trabalhar para Ele, sem se relacionar com Ele verdadeiramente, perde seu tempo (Mt 7.22,23).
Então, “conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor...” (Os 3.6); pois Ele “não está longe de cada um de nós” (At 17.27).


Rev. Marcos M. Hostins

05 março 2010

A UNIÃO DO POVO DE DEUS

“Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos.” (Ef 4.4-6)


Uma das coisas que mais deixa muitas pessoas inquietas é: “como o povo evangélico, sendo tão numeroso, são também tão divididos”. E não somente em termos de denominações ou doutrinas, mas, até mesmo, divididos em termos de amor, pois lutam uns contra os outros como que disputando um “comércio religioso”.
Creio que, se desejamos um avivamento verdadeiro em meio à Igreja e, consequentemente, uma evangelização mais efetiva e eficiente, temos de iniciar através de um pedido de perdão entre as igrejas-irmãs por qualquer desagravo ou pecado cometido ente elas.
Este momento somente será possível através da consciência que todos nós fazemos parte de um só corpo (o Corpo de Cristo  cf. 1 Co 12.27; Ef 4.12), e uma só família (a família de Deus  cf. Ef 2.19), e que isto é a realização e operação do Espírito Santo de Deus (Ef 4.4).
Da mesma forma, temos como fé comum entre nós, o fato de que servirmos a um único Senhor  Jesus Cristo - e que nEle somos batizados (inseridos) no Seu Corpo (a Igreja invisível).
Semelhantemente, também reconhecemos que adoramos ao único Deus e Pai de todos os crentes. E este nosso Pai não nos trata com acepção; ao contrário, Ele está sobre todos nós, agindo em prol de todos nós e por meio de todos nós.
Conclui-se, portanto, que a Trindade, não nos vê como várias igrejas ou várias ramificações de Seu Reino; mas como um único povo, eleito e salvo mediante a graça soberana.
Dessa forma, não há lugar no meio da Igreja de Cristo para rixas, rivalidades ou competitividade. Vislumbramos apenas o crescimento do Reino de Deus em nossas cidades, sempre dando graças ao Senhor pelas vidas que estarão sendo salvas, não importando em que igreja evangélica essas vidas estejam freqüentando.
Por isso, precisamos trabalhar no sentido de divulgar o evangelho de Cristo em nossa cidade e bairro, tendo por certo que a época da colheita da salvação já chegou (Jo 4.35).
Rev. Marcos M. Hostins

19 fevereiro 2010

“ANA MARIA E O HOMOSSEXUALISMO”

Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (1 Jo 2.15)


Há algum tempo atrás a apresentadora Ana Maria Braga usou o espaço de seu programa para apologetizar em favor do homossexualismo. Conforme disse, a sociedade precisa repensar essa questão. Para isso, trouxe ao seu programa depoimentos de homossexuais e um psicólogo que declarou que ”a realidade homossexual deve ser tratada de forma natural”, sem o conceito de pecado, pois há indícios dessa atividade há mais de 2 mil anos antes de Cristo e evidências em mais de 400 espécies de animais que praticam.
Analisemos, portanto, brevemente o que a Bíblia (que foi escrita há mais de 2 mil anos pelo Criador dos animais) diz a respeito dessa questão.
1º) Encontramos na Bíblia o fato de que o Pecado afetou não somente o ser humano; mas também toda a criação (natureza) ficou sujeita aos efeitos do pecado (Gn 3.17; Rm 8.20-22). Dessa forma, não é surpreendente encontrar nos casos da natureza evidências da contaminação pecaminosa.
2º) Dessa forma, o pecado do homossexualismo sempre foi e continuará sendo abominável por Deus. Não somente o foi na época de Sodoma e Gomorra (Gn 18), como na época dos apóstolos continuava sendo condenado (Rm 1.26,27) e na vinda de Cristo também será alvo de julgamento (1 Co 6.9).
Portanto, ainda que psicólogos e cientistas creiam que o pecado seja apenas algo psicológico; a Bíblia declara que este é real e, naquele Dia, cada um prestará contas a Deus de suas obras (Rm 2.5,6).
O Natural, segundo a Palavra de Deus, é o que encontramos em Gn 2.24: “...deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne” (cf. Mc 10.7; Ef 5.31).
Enfim, vivemos numa sociedade que tenta conformar a nossa mente com os pecados do mundo; porém jamais devemos nos esquecer o que Paulo exorta em Rm 12.2:
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” 

Rev. Marcos M. Hostins

12 fevereiro 2010

O CARNAVAL E A IRA DE DEUS

“Achava-se a mulher vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas, tendo na mão um cálice de ouro transbordante de abominações e com as imundícias da sua prostituição. ” (Ap 17.04)

A visão do apóstolo João parece retratar muito bem as imagens estampadas nos carros alegóricos do carnaval. Nessa festa, várias personalidades de todo mundo têm se feito presente, a fim de aproveitarem as oportunidades e devaneios realizados em nosso país, nesses dias em que “tudo é permitido”. 
Quando o livro do Apocalipse foi escrito, tinha por objetivo confortar os cristãos diante das ameaças que estavam sofrendo e anima-los a permanecerem firmes na fé, tendo por certo a promessa da vitória final de Cristo e sua igreja contra todos os seus inimigos.
Assim também deve ser a nossa consciência com relação a esse mundo. Sabemos que a “Grande Babilônia” tem seduzido os homens com suas belezas ilusórias e seus enganos fantasiosos. Essa mulher, que simboliza o poder sedutor do mundo, possui realmente em suas mãos um grande cálice com que embebeda as nações com suas malignidades e protituição (v.2)
Entretanto, se a Grande Babilônia possui um cálice cheio de imundícias, a Bíblia também nos confirma a existência de outro cálice. Esse é o cálice da ira de Deus, que será dado a todos os seus inimigos, a fim de provarem e serem consumidos pela Sua justiça. Não haverá forma de recusarem este cálice: “Se recusarem receber o cálice da tua mão para beber, então, lhes dirás: Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Tereis de bebê-lo.” (Jr 25.28)
Portanto, nesses dias em que temos visualizado a loucura das pessoas ansiando embebedarem-se com o cálice da prostituição, devassidão e pecado que provém desse mundo, lembremo-nos também que há um outro cálice preparado para os filhos do diabo.
Vale, para nós, a exortação do Senhor em Ap 18.04: “Ouvi outra voz do céu, dizendo: Retirai-vos dela, povo meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos”. 
Rev. Marcos M. Hostins

04 fevereiro 2010

DEUS CONHECE O CARNAVAL !

“Sei onde habitas, que é onde está o trono de Satanás; mas conservastes o meu nome e não negaste a minha fé...” (Ap 02.13)

Deus conhece o Carnaval da mesma forma que conhecia a habitação do trono de Satanás na cidade de Pérgamo. Aquela era uma cidade em que a idolatria reinava. Havia muitos templos a muitos deuses, e a imoralidade estava disseminada em todos os níveis da sociedade.
Não vivemos nós também a mesma realidade? Não poderíamos dizer, semelhantemente, que estamos habitando num país onde o trono de Satanás se encontra?
O reinado de Satanás sobre a vida de seus escravos fica mais evidente ainda na festa que seus súditos comemoram como “Carnaval”. Os seus exércitos, ornamentados com abadás ou mesmo fantasias, desfilam nas ruas ou em espaços especialmente preparados para isso. Os seus estandartes, empunhados por porta-bandeiras e acompanhados pelas danças dos mestres-salas, são vistos e admirados de longe, por seus foliões. Da mesma forma, seus tanques de destruição, denominados de carros alegóricos exigem toda forma de ostentação e carregam os seus maiores exemplos imorais.
E o que Jesus fala a respeito de nós, sua Igreja? De acordo com o texto, primeiramente Ele declara saber de nossa realidade: nada está oculto a Ele. Mas o que vem a seguir se torna a declaração mais importante para nós.
Jesus elogia os crentes de Pérgamo, porque embora habitassem em meio ao trono de Satanás, não se deixavam ser regidos por ele; ao contrário, conservavam o nome de Cristo e não negavam a Sua fé, mesmo que viessem a morrer por isso.
Da mesma forma devemos lutar para sermos dignos da aprovação de Cristo em meio a um mundo imoral e hipócrita que é governado pelo Maligno. Não devemos nos envolver com as festas carnavalescas, e tantas outras, com que o diabo tem enganado os seus escravos.
Felizmente sabemos que, por fim, o Senhor Jesus destruirá com a espada da sua boca (v. 16) tanto o diabo, quanto seus instrumentos de malignidade (2º Tss 2.8).
Enquanto aos vencedores, os fiéis até à morte, receberão o alimento espiritual e uma comunhão mais profunda com o Senhor, eternamente (v. 17).

Rev. Marcos M. Hostins

29 janeiro 2010

VIDAS EM CONTRADIÇÃO

"Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial.” (Mt 05.48)

Uma pessoa observadora e que possua um senso crítico satisfatório, poderá perceber que vivemos num mundo envolvido completamente por um mar de contradições em todas as esferas da sociedade.
Por exemplo: na televisão, ao meio-dia ouvimos noticiários e reportagens que alertam sobre os riscos da gravidez na adolescência e o triste futuro que espera essas pobres crianças; e logo em seguida, visualizamos a exploração da imagem erótica entre os adolescentes como um atrativo à publicidade e ao público das novelas e filmes.
Ouvimos também todos falarem de paz, ao mesmo tempo em que defendem a guerra. Escutamos o clamor da defesa à instituição familiar ao mesmo tempo que enxergamos o esforço para aprovação de leis em favor da união homossexual.
E em todas essas coisas e tantas outras, somos levados pela mídia a defender conceitos e argumentos que são contraditórios ao mesmo tempo, sem percebermos que estamos sendo levados por vários lados, como que envolvidos por um furacão de ideologias e pecados.
E a igreja acaba não se afastando desse furacão. Paulo, por exemplo, exortou e admoestou a Igreja de Corinto contra o alto nível de imoralidade que havia entre os crentes dali (a ponto de um filho possuir a mulher do pai cf. I Co 5.1), ao mesmo tempo em que essa igreja se gabava por ser altamente espiritual.
Jesus, também, exortou que muitos viveriam uma vida contraditória de falsa piedade sendo como lobos vestidos de ovelhas (Mt 7.15).
E, hoje em dia não é difícil encontrarmos a contradição dentro das portas da casa do Senhor. Muitos daqueles que abrem suas bocas para reclamar e murmurar, não possuem a mesma coragem de usar sua voz para pregar o evangelho. Outros que reclamam de uma igreja fria, não dão testemunho de uma vida incendiada pelo Espírito Santo.
Assim, a exortação de Jesus no Sermão do Monte (Mt 5-7) é que não sejamos como os fariseus que tinham como marca de vida, a contradição. Pois, o ideal do Pai celeste para seus filhos, é que esses sejam perfeitos inflexíveis na verdade, imutáveis no exercício da justiça e irrepreensíveis em todas as obras.

Rev. Marcos M. Hostins

21 janeiro 2010

A CULPA É DE QUEM ?

Ao que respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me da árvore, e eu comi.” (Gn 03.12)


No Seminário tive um professor que disse certa vez: “Eu não tenho justificativas para a minha negligência na vida espiritual”. Isso é algo que devemos nos conscientizar para não cairmos no mesmo erro de Adão.
Uma das coisas que chama a atenção no relato da Queda (Gn 3) é a atitude de Adão e Eva quando confrontados diante de Deus. Iniciando por Adão, Deus questiona sua atitude, ao que o homem culpa a mulher pelo pecado. Essa por sua vez, quando tenta se justificar, culpa a serpente. Esta última nem mesmo tem a oportunidade de continuar o círculo de transmissão de culpa do pecado, visto que já é diretamente julgada e sentenciada por Deus.
O que gostaria de frisar neste momento, é o costumeiro hábito que temos em imitar Adão em sua primeira justificativa de pecado. Ou seja, o velho hábito em justificar seus próprios erros culpando os outros. Adão ensinou isso a seus descendentes. Se não de forma direta, indiretamente através de seu mau exemplo. Esse é um dos legados do pecado que Adão deixou à humanidade.
Entretanto, Cristo, o segundo Adão, veio destruir as obras do diabo (1 Jo 3.8). NEle, deixamos de ser escravos dos legados pecaminosos de Adão e passamos a ser novas criaturas (2 Co 5.17). E por causa disso, devemos nos revestir de novas atitudes (Ef 4.17-32). Uma dessas novas atitudes é o reconhecimento de nossos próprios erros, o que produz arrependimento, contrição e confissão.
Dessa forma, é inconcebível que pessoas que pertençam à nova criação em Cristo, continuem agindo como se pertencessem ainda à velha criação de Adão. É inaceitável que crentes em Cristo, queiram justificar seus próprios erros, apontando outras pessoas que estão a seu redor. Como diria Paulo, os que assim agem, são como imaturos, ou crianças na fé (1 Co 3.1).
Davi deve nos ser um exemplo de servo de Deus, maduro o suficiente para reconhecer seu pecado, não tentando desviar o julgamento apontando para outros. Quando este pecou com Bate-Seba, e foi confrontado pelo profeta Natã, apenas disse em oração: “Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares.” (Sl 51.4)
Objetivando, pois, alcançar a maturidade em Cristo, nos esforcemos a evitar os velhos pecados de Adão, revestindo-nos com as novas atitudes do Espírito Santo. Deus se alegra em ver nos seus filhos, um coração humilde, capaz de reconhecer os próprios erros.

Rev. Marcos M. Hostins

15 janeiro 2010

UMA PARÁBOLA A RESPEITO DO DÍZIMO



“Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; quem é injusto no pouco, também é injusto no muito.” (Salmo 115:04-08)







Certa vez, um jovem desempregado pediu que seu pastor o ajudasse em oração, e prometeu que se Deus o abençoasse, ele passaria a dar fielmente o dízimo. O Senhor deu-lhe um emprego. Seu salário semanal foi de 10 dólares, sendo o dízimo de 1 dólar. Deus o fez prosperar, e seu dízimo passou a ser de 7 dólares por semana, e depois 10 dólares. Transferido para outra cidade, ali seu dízimo passou a ser 100 dólares por semana... E logo 200 dólares.



Depois de algum tempo, ele enviou o seguinte telegrama ao pastor: "Venha ver-me". O pastor foi à casa daquele moço, e ali conversaram longamente sobre o tempo passado. Finalmente o jovem, chegando ao ponto principal da conversa, perguntou: "O senhor lembra do dia em que eu, orando, prometi a Deus que se ele me desse um emprego, eu me tornaria um fiel dizimista?" "Sim, não esqueci de sua promessa, e creio que Deus também não a esqueceu", respondeu o pastor- "Porém, ouça o que vou lhe dizer agora. Quando fiz aquele voto, eu tinha que dizimar somente 1 dólar. Mas agora meu dízimo é de 200 dólares. Já não posso dizimar tanto dinheiro".



O pastor fixou seus olhos no jovem dizimista, e disse: "Parece-me que o irmão não está querendo livrar-se totalmente da promessa que fez a Deus. Sua dificuldade em dizimar é proveniente de sua prosperidade. Mas há algo que pode ser feito agora. Podemos nos ajoelhar aqui e pedir que Deus reduza a sua renda para que seu dízimo volte a ser de 1 dólar".



EXTRAÍDO

07 janeiro 2010

SEM PÉS NEM MÃOS...

“Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos do homem. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem;têm ouvidos, mas não ouvem; têm nariz, mas não cheiram;têm mãos, mas não apalpam; têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.Semelhantes a eles sejam os que fazem, e todos os que neles confiam.” (Salmo 115:04-08)

Como todos sabem ocorreu um desastre em São Luiz do Piraitinga, no vale do Paraíba, no qual vários imóveis foram danificados e destruídos pela enchente, incluindo os templos das igrejas católicas. O que chamou a atenção foi a exibição do Jornal Nacional nesta quinta-feira, relatando que foi encontrado entre os destroços a imagem do padroeiro da cidade, São Luíz de Tolosa, “mesmo sem os pés e as mãos”, o que foi festejado com alegria e comoção pelos fiéis católicos dali. Isso me fez pensar sobre a infeliz realidade da falsa fé daqueles moradores de lá.
Sem os pés e as mãos, está aleijada aquela imagem. Enquanto isso, seus adoradores e veneradores são aleijados da verdadeira fé, que os impede de caminhar em direção a Deus, de poder tocar-lhe nas vestes, ou mesmo visualizá-lo em sua exclusiva glória.
Sem os pés e as mãos, soterrado pela lama da enchente, donde por si mesmo não pôde sair. Da mesma forma, seus adoradores se encontram no lamaçal do pecado, no lamaçal da idolatria, da cegueira espiritual.
Sem os pés e as mãos, erguido pelas mãos do sacerdote, como que tentando alcançar os céus pelas mãos humanas. Entretanto, não sabe ainda o velho vigário, que só pode sair do afogamento das águas, quem é puxado pelo Senhor, como o foi Pedro.
Sem os pés e as mãos, o que apenas demonstra a incapacidade desses ídolos, de se locomoverem, e de necessitarem de ajuda daqueles que, rezando, lhes pedem auxílio.
São “santos que não se salvam”, e, tampouco, são capazes de salvar seus adoradores.


Rev. Marcos M. Hostins
 

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